Corpos em campo, corpos em tela

Performatividades em Onda Nova

Autores

  • Mariane da Silva Pisani Universidade Federal do Piauí
  • Caroline Soares de Almeida Universidade São Judas Tadeu

DOI:

https://doi.org/10.48006/2358-0097/v12n1.e121029

Resumo

O texto é a base da apresentação realizada em Aracaju-SE durante o III Seminário de Extensão Pensadores O texto analisa o filme Onda Nova (1983) como um documento sensível das disputas em torno de gênero, sexualidade e democracia no contexto da redemocratização brasileira. A partir das formulações de Judith Butler sobre performatividade e inteligibilidade dos corpos, discute como o futebol se converte em espaço de subversão das normas de gênero e de invenção de novas corporalidades. A análise destaca ainda a articulação entre esporte, desejo, raça e masculinidades, evidenciando os diferentes regimes que regulam quais corpos podem ocupar legitimamente o espaço público. O filme é interpretado também em sua dimensão histórica, considerando sua censura, seu caráter experimental e seu relançamento em 2025. Assim, Onda Nova aparece como uma obra em que futebol, corpo e sexualidade tornam-se formas incorporadas de contestação política e de experimentação democrática.

Biografia do Autor

Mariane da Silva Pisani, Universidade Federal do Piauí

Universidade Federal do Piauí Departamento de Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Antropologia, INCT-Futebol | Teresina, Brasil marianepisani@gmail.com | ORCID iD: 0000-0001-6925-4912

Caroline Soares de Almeida, Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu
Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Educação Física, INCT-Futebol | São Paulo, Brasil
almeidacarol82@gmail.com | ORCID iD: 0000-0003-1361-6616

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Publicado

11.09.2026

Como Citar

Pisani, M. da S., & Soares de Almeida, C. (2026). Corpos em campo, corpos em tela: Performatividades em Onda Nova. Novos Debates, 12(1). https://doi.org/10.48006/2358-0097/v12n1.e121029

Edição

Seção

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